O Prontu é o aplicativo de pós-operatório da sua clínica: no celular do paciente operado, com o seu nome, o seu ícone e as suas cores. Ele guia o dia a dia da recuperação e mostra à sua equipe quem precisa de atenção antes do retorno. Prontuário, receita assinada e agenda vêm junto.
Cuidados, exercícios e remédios do dia no celular do paciente, com aviso na hora certa — e o registro do que ele fez, que volta para a sua equipe.
Dor que sobe, febre, cuidado essencial não cumprido: a equipe abre a fila do dia e age antes de o paciente piorar — em vez de descobrir na consulta.
Nome, ícone e cores da clínica no celular do paciente. Instala pelo navegador, sem loja.
O que o paciente faz em casa, o que a equipe precisa ver e o que a clínica registra — no mesmo sistema, sem ninguém sair dele para ligar, mandar mensagem ou procurar arquivo.
01No app do paciente
Cuidados, exercícios e remédios do dia — cada um com a sua orientação, na hora certa, com a marca da sua clínica. Ele conta como está, e você fica sabendo sem um telefonema.

02Na rotina da equipe
Escreva o protocolo uma vez e ele vale para todo paciente — mesmo cuidado, quem quer que atenda. Dor que sobe, cuidado essencial perdido, três dias sem resposta: a fila do dia mostra, antes do retorno.

03No prontuário
Abra a ficha: evolução, receita, exame e foto na mesma linha do tempo — inclusive o pré e o pós da mesma vista, lado a lado. Nada fica de fora.

O paciente instala o ícone da sua clínica, com o seu nome e a sua cor, pelo navegador e sem loja. Ele não entra num aplicativo com a marca de um fornecedor — e você não divide a sua vitrine com nenhum concorrente.
Do painel que a recepção abre às oito à tela que o paciente tem no bolso — e, no meio, a parte que nenhum caderno faz: fotografar com a foto anterior sobreposta, para a comparação ser comparação.

Histórico, receitas com o número do SNCR, adesão ao tratamento e consentimentos — sem abrir cinco abas para montar o quadro do paciente.

Editar um protocolo cria uma versão nova; a que já foi aplicada fica como estava, com quem publicou e quando. Dois anos depois, “que protocolo esta paciente seguiu?” tem resposta — e a lista mostra quantos planos saíram de cada um.

As duas fotos ficam separadas no prontuário, cada uma com a sua vista e a sua data — é o sistema que as põe lado a lado. Pré de frente compara com pós de frente; sem a vista registrada, a comparação é diferença de ângulo.
O PDF é montado e assinado aí, na sua máquina; o que sobe para nós já vai assinado. Sua senha e o seu certificado nunca passam pelo servidor — e o número do SNCR entra antes da assinatura, porque documento assinado é imutável.

Uma página aberta, a chave impressa no rodapé da receita ou o QR code, e o veredito. Nada para instalar, nada para cadastrar — e o nome do paciente aparece parcialmente oculto de propósito: a chave sozinha não deve revelar quem se consultou onde.

É a diferença entre guardar imagem e guardar registro clínico — e é onde um aplicativo de fotos não consegue chegar, porque não é disso que ele trata.
Toda imagem clínica sai por link assinado de cinco minutos, emitido depois de o servidor conferir a sua permissão. Não existe URL de foto que sobreviva a um copiar e colar — e o EXIF é removido antes de a imagem subir.
Cada leitura de evolução e de mídia clínica grava um evento de auditoria, por gatilho no banco. Não é um log que alguém lembra de escrever: é uma linha que não tem como não existir.
Evolução clínica é append-only. Correção entra como adendo retificador, com autor e data, e documento assinado se corrige por documento retificador. É o que a fiscalização espera encontrar.
A autorização de imagem tem escopo — prontuário, ensino, divulgação — e é conferida toda vez que a foto é servida, não na hora em que você a escolheu. Paciente que revoga sai do ar no mesmo instante.
A parte incômoda está nas dúvidas, escrita com todas as letras: o que ainda não dá para emitir eletronicamente, e onde os arquivos ficam. Ler antes de assinar.
O que muda de uma página para outra é o enquadramento, não a promessa: a mesma linha do tempo de fotos serve o pós-operatório e a evolução de uma ferida.
Não é tabela de plano: é o seu preço dividido por dois. Por clínica, não por médico — todos os profissionais, toda a equipe, todos os pacientes. Começa pelos pacientes novos e pelos que voltam: não há nada para migrar. E os dados continuam seus: exportação de todos os pacientes em FHIR.
Metadede uma consulta, por mês
| Se a sua consulta custa | Você paga por mês |
|---|---|
| R$ 300,00 | R$ 150,00 |
| R$ 500,00 | R$ 250,00 |
| R$ 800,00 | R$ 400,00 |
Sim, e ele tem de ser seu: um e-CPF ICP-Brasil, em arquivo ou em nuvem. O sistema confere que o CPF do certificado é o mesmo do profissional que está prescrevendo, e recusa se não for — receita é ato médico, e não existe assinatura "da clínica".
A partir de 30/09/2026 toda receita controlada eletrônica precisa passar pelo SNCR da Anvisa, e a integração está construída — faixa de numeração, reserva do número antes da assinatura, e recusa se o número não tiver saído do SNCR. O que ainda não aconteceu é a homologação com a Anvisa, que depende de um médico habilitado entrar com o gov.br dele. Até lá, controlado continua no papel. Notificação de Receita A e B seguem em papel de qualquer forma: a Anvisa não liberou a emissão eletrônica delas.
Em armazenamento privado da Cloudflare, com acesso só por link assinado de cinco minutos emitido depois de o servidor conferir a sua permissão. Sendo direto sobre a parte incômoda: a Cloudflare não oferece jurisdição Brasil, então o arquivo pode estar fora do país. Se a sua clínica tem exigência contratual de dado em território nacional, fale com a gente antes de assinar — não vamos dizer que sim para fechar.
Você exporta em FHIR — cadastro, atendimentos, prescrições e documentos assinados —, sem pedir nada a ninguém: todos os pacientes de uma vez, num arquivo só, pela configuração da clínica; ou um paciente, pela ficha dele. As imagens não entram no arquivo. Quando um paciente pede os dados dele, é a clínica que exporta e entrega: a portabilidade da LGPD passa por você, e cada exportação fica registrada.
Hoje não. Não existe importação de outro sistema nem de planilha, e dizer que existe seria prometer o trabalho mais chato da mudança. O caminho real é começar pelos pacientes novos e pelos que voltam, com o histórico antigo onde está.
Só as que têm consentimento de imagem com escopo de divulgação vigente, e a conferência acontece toda vez que a página é servida — não na hora em que você escolheu a foto. Paciente que revoga sai do ar no mesmo instante, sem ninguém precisar lembrar de editar.
Deixe seu contato e nós ligamos para combinar a implantação. A cobrança automática ainda não está no ar — nenhum cartão, nenhuma cobrança.
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